Está tudo a postos para o começo do Campeonato do
Mundo de Boccia que se realiza em Lisboa de 1 a 9 de Junho no Pavilhão n.º 1 do
Estádio Universitário de Lisboa. Com organização da PCAND - Paralisia Cerebral
Associação Nacional de Desporto - e a APCL - Associação de Paralisia Cerebral de
Lisboa -, com o apoio do CRPCCG - Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral
Calouste Gulbenkian, cerca de 250 atletas de todo o Mundo concentram-se em
Lisboa para participar no Mundial mais disputado de sempre.
A abertura do Campeonato terá lugar dia 1 de Junho às 17h00, com o tradicional
desfile de todas as delegações. Seguem-se as boas vindas a todos os
intervenientes, pelo Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, tomando depois a
palavra o Presidente do Comité local e o Presidente da CPISRA, que dará os jogos
como abertos.
A cerimónia termina com um espectáculo criado
pela CIM - Companhia Integrada Multidisciplinar/VO’ARTE.
O encerramento dos jogos terá lugar dia 9 de Junho pelas 17h30, com a entrega de
Medalhas e Troféus aos vencedores, em que haverá um discurso de encerramento e
um jantar/festa de homenagem a todos os atletas, staff e convidados.
Durante o jantar, o Comité Local agradecerá a todas as delegações, aos seus
colaboradores e voluntários e dirigirá uma palavra de agradecimento à
Comunicação Social.
De 1 a 9 de Junho, trinta e quatro países representados por cerca de 250 atletas
e mais de 350 pessoas, (árbitros, Juízes, cronometristas, treinadores, pessoal
de apoio), vão tornar possível a realização deste importante evento.
As delegações ficam instaladas nos hotéis Marriott, Sana Metropolitan e
Barcelona. Tendo em consideração que neste evento, 250 pessoas deslocam-se em
Cadeira de Rodas, foi solicitada intervenção da Câmara Municipal de Lisboa
através do seu gabinete de acessibilidades, o qual fez o estudo dos percursos e
planeou um excelente trabalho de obras de restauro e melhoramento dos percursos,
para garantir a mobilidade e segurança dos transeuntes. Estas obras já estão a
decorrer a bom ritmo.
Este importante evento está a contribuir para que esta zona estratégica da
cidade, pela implantação de Hospitais, Escolas e Universidades, desfrute de
melhores percursos, isentos de barreiras, com os pisos dos passeios restaurados
e maior segurança para os transeuntes.
“Apesar das boas vontades, nem sempre há sensibilidade para resolver estes
problemas. Uma vez por falta de meios financeiros outra porque não se
‘justifica’. Ficam por resolver alguns problemas de acessibilidade, sobretudo
nos pavilhões e acessos do Complexo - Estádio Universitário, que esperamos
mereçam em futuro próximo a atenção devida”, afirma António Batalha, um
dos organizadores do Campeonato.