Tudo
empatado na final do playoff do campeonato da Proliga, depois da vitória do
Penafiel, em casa, sobre o Lusitânia (79-59), no segundo jogo da série
disputada à melhor de 5 jogos. Os comandados de Valentyn Melnychuk foram
sempre superiores ao longo de todo o encontro, tendo praticamente o jogo
decidido à entrada do derradeiro quarto, altura em que a vantagem já era de
22 pontos (65-43).
Depois do desaire no dia
anterior, a segunda jornada desta final tornava-se claramente mais decisiva
para o Penafiel, sob pena de, em caso de nova derrota, comprometer o tão
desejado título.
E a verdade é que os penafidelenses, depois de no primeiro jogo terem sido
dominados pelo jogo interior do Lusitânia, contaram com uma dupla de postes
particularmente inspirada. Os bons desempenhos de Mário Gonçalves (17
pontos, 5 ressaltos, 5 roubos de bola, 2 assistências e 2 desarmes de
lançamento) e Sidney Holmes (10 pontos, 11 ressaltos e 6 assistências),
associado à tarde de fraca inspiração do base insular Daniel Monteiro, foram
talvez os principais motivos para explicar os resultados verificados nos
dois jogos.
A formação da ilha Terceira foi claramente “vítima” do rendimento do seu
base que, para além de não ter estado particularmente feliz a lançar ao
cesto, não conseguiu colocar a sua equipa a jogar de uma forma tão colectiva
(o Penafiel totalizou 23 e os açorianos “apenas” 13).
Se no final do 1º tempo a equipa da casa deu os primeiros sinais de querer
afastar-se no marcador – 43-30 ao intervalo –, o começo do segundo tempo
confirmou definitivamente que a marcha do marcador não mais deixaria de ser
favorável à formação de Penafiel (65-43).
Nos insulares, Marcel Momplaisir (8 pontos, 15 ressaltos, 4 desarmes de
lançamento e 3 assistências) foi o mais valorizado, enquanto que Augusto
Sobrinho (20 pontos, 2 assistências e 2 roubos de bola) foi o mais
concretizador.