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Diário de Munique’22 – Patrícia Mamona na final do triplo-salto

 A vice-campeã olímpica conseguiu hoje o apuramento para a final do triplo-salto dos Campeonatos Europeus de Atletismo, que estão a decorrer em Munique (Alemanha). Vera Barbosa não conseguiu o acesso às meias-finais dos 400 metros barreiras.
 
O apuramento para a final conseguia-se fazendo a marca de qualificação direta (14,40 metros) ou ficando nas 12 primeiras. Patrícia Mamona resolveu logo tudo no primeiro salto, com a marca de 14,45 metros (vento: +1,4 m/s), o seu melhor registo desta temporada. A recordista de Portugal ficava assim com mais tempo para recuperar.
 
“Este era o meu primeiro objetivo, é o que todas queremos, passar ao primeiro salto com a marca de qualificação. Sinceramente vinha com a mente aberta, pois tive uma preparação agreste, mas desde , com descanso e tratamento, fiquei a cem por cento, em termos da lesão,  isso fez com que a confiança começasse a aumentar. No Mónaco estava a sentir-me um bocadinho pior, em relação a hoje, mas quando nos sentimos livres a confiança aumenta e  os resultados aparecem”, disse no final.
 
O pensamento agora está todo na final, “em que tenho mais três saltos decisivos para chegar aos três saltos finais e procurar a oportunidade para usar as minhas balas todas”, refere, acrescentando que, “ter atingido o melhor registo da época dá confiança, mas na final o contador parte do zero, de novo. Na final tudo pode acontece, há atletas que fazem uma boa qualificação e perdem energia para a final. Tenho de recuperar e pensar que a confiança ajuda, mas não chega, tenho de ser responsável e tenho de trabalhar e dar tudo para o alto que tanto desejo e que me permita sair daqui feliz”.
 
A final do triplo-salto realiza-se na sexta-feira (dia 19), às 20h55, hora local (menos uma hora em Lisboa).
 
Também em competição de manhã, Vera Barbosa alinhou à partida da terceira eliminatória dos 400 metros barreiras. A recordista de Portugal foi quinta classificada com a marca de 57,10 segundos, não conseguindo o acesso às meias-finais.
 
Depois de uma primeira parte mais contida, na última curva Vera conseguiu soltar-se ainda ganhou uma posição, mas já não foi a tempo. “Há dois dias senti um pequeno desconforto no posterior, tomei analgésico e anti-inflamatório, descansei um dia e estava a sentir-me bem”, confessou, continuando; “já no aquecimento voltei a sentir o desconforto e fui várias vezes ao fisioterapeuta. Fiz um grande esforço para estar à partida, mas não corri ‘solta’, sempre com receio. Não foi a Vera natural a correr. Nas três primeiras barreiras, senti as dores, melhorei um pouco, ainda acreditei. Dei o meu melhor. Foi uma época sempre a lutar, para poder estar aqui, essa parte foi conseguida”, concluiu.
 
Na tarde hoje, temos ainda quatro portugueses em competição, Pedro Pichardo e Tiago Pereia na final do triplo (20h15, hora local, menos uma hora em Lisboa), Abdel Larrinaga (20h54, hora local) e João Vitor Oliveira (20h30, hora local) nas meias-finais dos 110 m barreiras.
 

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2023 – 23:28:39

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