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59º Ralicross de Lousada - Resumo do 2º dia

 

O Eurocircuito de Lousada recebeu a prova de abertura do Campeonato Nacional de Ralicross, Kartcross e Superbuggy (CNRX), uma prova organizada pelo Clube Automóvel de Lousada.

 

Corridas espectaculares e sol a condizer, fizeram parte do programa das festas a que se juntavam uma lista de inscritos quase de luxo e as normais várias novidades do início da época. O “quase” passa unicamente pelos Super Car, em que apenas Daniel Costa (Peugeot 106 Bimotor) confirmou a presença e foi o natural vencedor… apenas tendo sido ultrapassado pela própria sombra.

 

 

 

 

Nas restantes categorias tudo foi bem mais emotivo. Francisco Silva, em Citroen Saxo, venceu na Iniciação e mais uma vez provou ser um piloto rápido, só é pena que não o vejamos correr mais vezes. Na Super Nacional Luís Moreira ditou lei com o BMW E30 e uma condução espectacular. João Ribeiro, em Citroen Saxo S1600, escapou à “molhada” e venceu nos Super 1600. Pedro Rosário, levou o Semog à vitória nos Kartcross e Ludgero Santos voltou a vencer com o Toniauto na Super Buggy.

 

Super Iniciação

 

João Novo (Peugeot 106) somou vitórias nas corridas de qualificação e dessa forma garantiu a pole-position para a final. Pedro Domingos (Toyota Starlet) fez uma prova inteligente, a que se juntam dois terceiros postos e terminou a qualificação em segundo.

 

Final

 

João Novo e Pedro Domingos falharam completamente o arranque e das duas primeiras posições, de uma assentada, baixaram para a cauda do plutão. Quem não deu hipóteses e aproveitou a falha da melhor maneira, foi Francisco Silva (Citroen Saxo) que arrancou como uma bala e passou a dominar a corrida.

 

Rafael Rocha (Peugeot 106) moveu uma perseguição ao primeiro lugar. Rapidamente os dois da frente ganhavam alguma distância e as idas à Joker Lap definiram a fase final da prova. Silva vencia, Rocha era segundo a 4,5 segundos.

 

João Novo recuperava posições e ainda chegava a tempo de conseguir o mais baixo do pódium.  Andreia Sousa (Toyota Starlet) era a quarta classificada e simultaneamente a melhor concorrente feminina. Pedro Domingos cortava em quinto, com o Starlet a parecer ter alguns problemas de transmissão.

 

Na “guerra” dos estreantes Rodrigo Correia (Peugeot 205) levava a melhor sobre Nuno Ralha (Citroen C2). Eram respectivamente sexto e sétimo classificados.

 

Francisco Silva (Citroen Saxo)

 

Super Nacional

 

Corridas de qualificação com emoção e animação q.b. fizeram parte do cardápio servido. Despois de contas complicadas foi Celmo Guicho (Renault Clio) que somou menos pontos de assinou a pole. Santinho Mendes, o bi-campeão em título da Super Iniciação, venceu a terceira corrida e dessa forma assegurou o segundo posto, na prova em que se estreia na Super Nacional e com o actual Opel Astra.

 

Sérgio Dias (Citroen Saxo) foi terceiro. Luís Moreira, venceu a segunda corrida de qualificação, mas os azaras na primeira e na terceira impediram-no de ficar entre os da frente.

 

Leandro Macedo (VW Polo) é outro dos pilotos que transitou da Iniciação para a Nacional, rodou bem, mas o resultado foi o possível, ao volante do Polo 1.4, numa categoria em que tem que se debater com dois litros.

 

Meia-final A

 

Celmo Guicho tratou de partir bem e dessa forma assegurar o mais cedo possível a vitória e assim um lugar na primeira linha da grelha de partida.

 

Sérgio Dias foi segundo, mas teve que suar, pois no cortar da meta, Fábio Silva estava a meio segundo. O quartetos dos qualificados para final completava-se com Pedro Tiago (Peugeot 106).

 

Meia-final B

 

Santinho Mendes não tem idade para conduzir na estrada, mas pilotou como um homem grande e só não venceu, porque fez a aposta errada na ida à joker-lap. Foi segundo atrás de Luís Moreira (BMW), que fez uma prova irrepreensível , que o levava à vitória.

 

Luís Morais (Peugeot 106) e Hugo Santos (Honda Civic Type R) completaram o quarteto dos qualificados para a final.

 

Final

 

Luis Moreira partiu bem e rapidamente colocou o BMW E30 na cabeça da prova. Logo atrás vinha Santinho Mendes, que tinha que se defender os ataques constantes de Celmo Guicho.

 

Entretanto, à saída da curva um tinha ficado imobilizado o Peugeot  106 de Luís Morais.

 

Pedro Tiago ao sair da Joker não consegue evitar o embate na traseira do carro de Luís Morais, o toque foi forte e a corrida terminava com bandeira vermelha.

 

A classificação que valeu, foi a da volta anterior, a quinta, que deu naturalmente a vitória a Luís Moreira, que trazia Santinho Mendes a 44 centésimas de segundo, pois uma vez que não chegou a fazer a Joker Lap teve uma penalização de três segundos.  Celmo Guicho foi terceiro e Pedro Tiago ainda conseguiu o quarto lugar, pois a classificação é estabelecida na volta anterior à interrupção e teve a penalização de três segundos. Fábio Silva e Sérgio Dias completaram o grupo dos seis da frente.

 

Luís Moreira (BMW E30)

 

Super 1600

 

João Ribeiro (Citroen Saxo S1600) arrumou a questão da pole-position, vencendo as três corridas. Bruno Gonçalves  (Citroen Saxo S1600) assinou dois segundos e dessa forma somou menos cinco pontos do que Hélder Ribeiro (Citroen C2 S1600), que na primeira corrida teve um mau resultado, oitavo lugar,  devido a um problema de transmissão.

 

Final

 

Rui Sirgado (Citroen DS3 S1600) falhou o arranque e ficou a ver toda a gente a disputar a travagem para a curva um. João Ribeiro levou a melhor na molhada e do lado completamente oposto da sorte, ficou Bruno Gonçalves, que não passou da primeira curva. André Sousa (Peugeot 207 S1600), começava com um valente susto quando se via envolvido na "molhada" da partida. Depois conseguia safar-se da confusão e ainda iria cortar a meta na quarta posição.

 

Lá na frente, a escapar aos problemas, Hélder Ribeiro assumiu a oposição ao líder e Sirgado arrancava e cumpria uma volta em baixa velocidade. Joaquim Pacheco (Citroen C2) falhava a caixa na segunda volta e definitivamente algo não estava bem no carro francês, que evidenciava as marcas de um toque, na dianteira, mais uma vítima da "molhada" da curva um.

 

Na frente João Ribeiro assegurava a vitória e Hélder Ribeiro recuperava do tempo perdido na primeira curva, cortava a meta no segundo posto a 3,48s do vencedor. 

 

José Eduardo Rodrigues (Peugeot 206 S1600) foi o terceiro a receber a bandeirada xadrês e a cumprir as sete voltas regulamentares.

 

Daniel Leal (Citroen Saxo) foi o único concorrente a alinhar na Super Nacional A 1600.

 

João Ribeiro (Citroen Saxo S1600) 

 

O toque na partida

 

Super Car

 

Foi uma espécie de conta de subtrair, feita da seguinte forma: quem a três tira dois, sobra… Daniel Costa. Foi o único concorrente a linhar e dessa forma garantiu o máximo de pontos para o campeonato.

 

Kartcross

 

Luís Almeida (Semog) e Pedro Rosário (Semog Bravo ER) dividiram as vitórias nas corridas de qualificação. Pedro Rosário até ganhou as duas primeiras, mas o sexto lugar na terceira colocou-o atrás de Almeida.

 

Mais uma vez e como habitualmente, as corridas de qualificação foram disputadas à milésima e a perspectiva de grandes finais, com duas dezenas de concorrentes a lutarem pelo pódium, ficou no ar.

 

Final B

 

Uma corrida para determinar quem vai ocupar os últimos três lugares da grelha da final. João Moutinho (HSport) levou a melhor, com uma vantagem de sete décimas sobre Tiago Freitas (HSport). Alexandre Borges (Semog Bravo) assegurou o último lugar disponível na grelha da final.

 

Final

 

Pedro Rosário chegou em primeiro à curva um e a motivação era certamente grande, pois logo atrás vinham mais 19 concorrentes com aspirações a andarem na frente. Toques habituais e Luís Almeida, que até partia de terceiro via-se apanhado na confusão e baixava para o fundo da classificação.

 

Jorge Gonzaga chegava a segundo e pressionava Pedro Rosário, no final das sete voltas, tinha perdido 1,5 segundos para o Campeão em título. Mas não se pense que o segundo lugar foram favas contadas, é que Sérgio Castro, até tinha partido da terceira linha, terminava a prova quase colado à traseira do ASK de Gonzaga. O pódium estava definido.

 

Pedro Rabaço (H Sport) e José Mota (Semog) lutaram pelo quarto posto, mas ao homem da Transwhite faltaram quatro décimas. Rui Nunes (Semog) fechou o grupo do seis da frente.

 

Pedro Rosário (Semog Bravo ER)

 

Super Buggy

 

 Ludgero Santos (Toniauto TNTT) ganhou a três corridas. Nuno Neto (Toniauto TNTT) fez dois segundos, que lhe dão o segundo lugar da grelha da final, à frente de Rafael Teixeira (ToniautoTT), que fez dois terceiros, como melhores resultados.

 

Final

 

Ludgero Santos (Toniauto TNTT) isolou-se logo na partida e a final, no início, quase parecia tirada a papel químico das qualificações, no que ao pódium dizia respeito. Nuno Neto e Rafael Teixeira seguiram líder.

Entretanto problemas mecânicos no Toniauto fazem neto baixar de ritmo e acaba mesmo por cair par último.

 

O quarto posto estava bastante disputado e António Estêvão (GRT MX6) até beneficiou da desistência de Neto, para ganhar a última posição do pódium.

 

Paulo Godinho (PG Racing), que no início ainda incomodava Estêvão, terminava em quarto. Alexandre Tomás (Atmos Shark) e Arménio Rodrigues (Atmos Strong) completaram a classificação.

 

Ludgero Santos (Toniauto)

 

A próxima prova do CNRX vai ter lugar em Mação em 6 e 7 de Maio.

 

 

Periodicidade Diária

terça-feira, 7 de julho de 2020 – 03:03:06

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