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Ralicross de Montalegre 1 - Domingo - Resultados finais

 

Montalegre acolheu a quinta prova do Campeonato Nacional de Ralicross, Kartcross e Super Buggy. O público, que esteve em força na pista barrosã, assistiu a corridas com emotividade e discussões acesas, normalmente desde a partida, até ao baixar da bandeira xadrês.

 

Rafael Rocha venceu na iniciação, Joaquim Santos nos Super Car, Ana Matos na Super Nacional 4WD, Ludgero Santos ganhou nos Super Buggy, Pedro Matos nos Kartcross, Sérgio Dias impôs-se na Nacional A 1.6 e Mário Barbosa foi um regresso saudado na Super 1600, que venceu. Por fim, a Super Nacional 2RM, uma prova que ficou marcada por toques e polémica e as classificações estão, até ver, suspensas.

 

O convidado

 

Desta vez o Seraical Team e a promoção do Campeonato foram buscar um convidado da área do desporto. Cândido Barbosa, detentor de 121 vitórias e Campeão Europeu de Esperanças em 1996, é uma das grandes referências do ciclismo nacional. Sentou-se aos comandos do AG SPort, no Campeonato Nacional de Kartcross e provou ter muita pedalada e "estar a adorar a experiência. Rapidamente comecei a ganhar confiança e certamente que esta é uma experiência a repetir."

 

 

Na prova evoliu muito bem e só não conseguiu um lugar na final porque "houve um aditamente ao horário, as corridas que qualificação passaram todas para a manhã e eu não me aprecebi disso. Estava convencido de que a terceira corrida de qualificação ia ser às 14,30h e fui à vila, quando regressei ao circuito é que soube que a corrida já estava a decorrer e não alinhei. Como não me classifiquei fiquei fora da final e tenho muita pena, pois acho que aí sim ia ser fantástico estar me pista com mais 19 concorrentes. Mas pronto, a fallha foi minha e memso assim gostei muito." Rematou Cândido Barbosa.

 

Candido Barbosa (AG Sport)

 

Iniciação

 

Rafael Rocha (Peugeot 106) foi quem partiu melhor e assumiu o comando na curva um. Pedro Domingos (Toyota Starlet) discutia o segundo posto com João Novo (Peugeot 106), essa luta permitia aa Rocha ganhar algum conforto na liderança.

 

Lá mais para trás Andreia Sousa (Toyota Starlet) e Rodrigo Correia (Peugeot 205) tocavam-se na entrada da recta da meta. Andreia levava a melhor, até que depois era a vez de Rodrigo assumir o quarto posto.

Na frente as coisas estavam animadas e só após todos terem ido à joker lap, era possível entender quem seria segundo.

 

Rafael Rocha rodava para a vitória e Pedro Domingos cortava em segundo, à frente de João Novo. Andreia Sousa, com a mecânica do Toyota a não “render”, contentava-se em ser a melhor concorrente feminina, atrás de Rodrigo Correia.

 

Francisco Silva foi a ausência desta final, pois não foi possível colocar o carro em condições de competir, depois dos problemas (primeiro de motor e depois o toque) desta manhã.

 

Rafael Rocha (Peugeot 106)

 

Super Nacional 2RM

 

Duas semi-finais para definirem quem vai disputar a corrida final, pois o número de participantes a isso obriga.

 

Santinho Mendes (Opel Astra) arrancou bem e venceu a corrida. Luís Moreira (BMW 325i) pressionou no início, mas depois manteve a segunda posição, sem correr mais riscos. Adão Pinto (Opel Astra OPC) foi terceiro, à frente de José Sousa (Peugeot 306).

 

Na segunda meia-final, Celmo Guicho teve que lutar para se manter na frente, mas foi “sol de pouca dura” a mecânica do Renault Clio traia-o e não acabava a corrida. Ricardo Mendonça (Peugeot 306) assumia o primeiro posto e depois não mais o largava, embora Daniel Sousa (Peugeot 106) estivesse apostado em ganhar e não lhe desse um segundo de descanso. A corrida terminava e os dois primeiros estavam encontrados, por esta ordem.

 

Hugo Santos (Honda Civic) foi terceiro, à frente de Dario Simões (Opel Astra). Estes pilotos seguiram para a final.

 

Final

 

Santinho Mendes (Opel Astra) não partiu bem e rapidamente era ultrapassado pelos adversários. Luís Moreira (BMW 325i) assumia a liderança e iniciavam-se uma serie de lutas pelas várias posições.

 

Hugo Santos (Honda Civic) e José Sousa (Peugeot 306) discutiam a posição e o homem do Honda acaba por ficar a perder, na sequência de um toque. Pouco depois novo toque, leva a que José Sousa tenha um capotanço aparatoso e fique atravessado no meio da pista, com o piloto dentro do carro.

 

A corrida não parou e na cabeça da corrida Santinho lançava ataques sucessivos a Moreira. Entretanto Santinho Mendes força a ultrapassagem e passa para frente. Nessa altura José Sousa saia do carro e caia na pista. Era mostrada a bandeira vermelha. A corrida parava entre grande contestação e os pilotos a serem chamados ao colégio de comissários desportivos.

 

José Sousa era socorrido, mas não tinha qualquer ferimento.

 

Uma vez que a corrida foi terminada com bandeira vermelha, a classificação ficou ordenada da seguinte forma: Luís Moreira ganhou, seguido por Ricardo Mendonça, Adão Pinto, Santinho Mendes, Dario Simões e Hugo Santos. Estes são resultados oficiosos, pois a classificação final da categoria está suspensa, até que haja uma deliberação do colégio de comissário desportivos, que está a analisar os incidentes.

 

Super 1600

 

Mário Barbosa (Ford Fiesta S1600) partiu na frente, com João Ribeiro (Citroen Saxo S1600) a discutir a travagem. Chegam à curva um lado-a-lado, tocam-se, Barbosa segue para primeiro, Ribeiro baixa para a terceira posição. Bruno Gonçalves (Citroen Saxo S1600) aproveita para furar pela confusão e coloca-se em segundo.

 

A nova fase da corrida passava pela luta do segundo posto, em que João Ribeiro tentava a todo o custo ganhar o lugar a Bruno Gonçalves. Hélder Ribeiro (Citroen C2 S1600) aproveitaa-se desta luta para “colar” aos da frente e com as idas à joker lap, acaba mesmo por conseguir o posto mais baixo do podium, atrás de Mário Barbosa e Bruno Gonçalves.

 

João Ribeiro ficou na quarta posição, Com Mário Teixeira (Ford Fiesta S1600) a rodar perto e a cobiçar a posição. Joaquim Machado (Peugeot 205 S1600) era o terceiro elemento deste grupo, colado, por sua vez, à traseira do Fiesta, terminou em sexto, com mais quatro décimas. 

 

Mário Barbosa (Ford Fiesta S1600)

 

Super Nacional A 1.6

 

A pole-position assentou como uma luva a Sérgio Dias (Citroen Saxo) para assumir a liderança na partida e conseguir ganhar vantagem, com a discussão que se travava logo atrás.

 

Daniel Leal (Citroen Saxo) e Pedro Tiago (Peugeot 106) ficavam a discutir o segundo lugar. À segunda voltas essa luta terminava com um toque em que Leal ficou a perder.

 

Américo Sousa (Citroen Saxo) assumiu a segunda posição e João Oliveira (Peugeot 206), que até tinha partido de terceiro, tinha baixado na classificação e estava a recuperar, era agora uma espécie de “dor de cabeça” de Sousa e tentava ganhar a posição.

 

A bandeira xadrez era mostrada e Sérgio Dias vencia, seguido por Américo Sousa, João Oliveira, Luís Morais (Peugeot 106), Vítor Sousa (Citroen Saxo) e Andreia Oliveira (Toyota Starlet), a melhor senhor em prova.

 

Super Car/Super Nacional 4WD

 

Joaquim Santos (Ford Focus) arrancou na frente e passou a comandar a prova. Atrás vinha Pedro Matos (Citroen DS3) e Ana Matos (Mitsubishi Laancer EVO VI). Apesar das posições se terem definido bastante cedo, o espectáculo manteve-se com as grandes “atravessadelas” e acelerações de cortar a respiração a fazerem as delícias do público.

 

Super Buggy

 

Apenas dois concorrentes estiveram presentes na prova: Ludgero Santos (Toniauto TNTT) venceu as duas primeiras corridas de qualificação e na final fez o mesmo. Nuno Neto (Toniauto TT) venceu a terceira corrida de qualificação e começou bem na final, mas a mecânica do Toniauto acabou por ceder e ficou pelo caminho. Ludgero acabou a correr sozinho, mas com um ritmo digno de corrida.

 

Kartcross

 

 

Luis Almeida (Semog) arrancou da pole-position, mas Pedro Rosário (Semog Bravo ER) foi mais lesto, chegaram todos juntos à curva um, Luís Almeida passou pela confusão e uma espécie de acidente de em cadeia, na curva um, motivava nova aparição da bandeira vermelha.

 

Nova partida, nova corrida e mais uns toques na curva um, mas desta vez passavam todos e Pedro Rosário estava na frente.

 

Rui Nunes era segundo e trazia Tiago Freitas completamente colado. Por sua vez o homem do HSport não se podia distrair, pois Jorge Gonzaga pressionava, nem que fosse para escapar de José Mota que não perdia uma oportunidade para “incomodar”.

 

Pedro Rosário conseguia colocar a vantagem em 1,8s, sobre Rui Nunes, que por sua vez  tinha cerca de quatro segundos de vantagem sobre o terceiro, Tiago Freitas. Estes eram os homens do pódium, nas posições seguintes: Jorge Gonzaga, José Mota e Luís Almeida. 

 

 

 

Periodicidade Diária

sexta-feira, 10 de julho de 2020 – 13:05:45

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