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Volta a Portugal Feminina Cofidis - Team Coop-Repsol homenageia André Drege com vitória em Lisboa

A Team Coop-Repsol dominou a última etapa da Volta a Portugal Feminina Cofidis, homenageando com a vitória na etapa e na geral a memória do companheiro de equipa André Drege, ontem falecido, devido a queda na Volta à Áustria. A cerimónia protocolar iniciou-se com as corredoras da equipa, vencedora coletivamente, no pódio e com um minuto de silêncio respeitado por toda a caravana.

Para chegar à homenagem foi preciso disputar os últimos 12,2 quilómetros, um contrarrelógio individual realizado na zona de Belém, em Lisboa. E a Team Coop-Repsol pôde celebrar duplamente. A sueca Stina Kagevi, vice-campeã europeia júnior de contrarrelógio em 2023, confirmou o favoritismo, sendo a mais rápida do dia. India Grangier partiu com a Camisola Amarela Placard e soube defender a posição, sucedendo a Valeria Valgonen como vencedora da Volta a Portugal Feminina Cofidis.

 

O contrarrelógio, totalmente plano, foi endurecido pelo vento. Mas a especialista Stina Kagevi não deu hipótese às rivais, terminando com 16m09s. Quem mais se aproximou foi a campeã portuguesa de fundo e contrarrelógio, Daniela Campos (Eneicat-CMTeam), que gastou mais dez segundos. No terceiro lugar colocou-se mais uma ciclista da Team Coop-Repsol, Sigrid Haugset, que ficou a 11 segundos da vencedora.

“Neste momento é muito difícil estar a correr para nós, enquanto equipa, estamos tristes, não são, realmente, os melhores momentos. Estou, apesar de tudo, feliz por termos conseguido fazer um bom trabalho coletivo”, disse a primeira classificada no contrarrelógio.

 

Menos dotadas na luta contra o tempo, as corredoras que disputavam a vitória na geral tiveram desempenhos equilibrados. India Grangier foi a 11.ª na etapa, a 38 segundos da vencedora. Partia com uma vantagem de sete segundos sobre a compatriota Titia Ryo (Arkéa-B&B Hotels). E foi mais lenta do que a adversária. Ainda assim, segurou o triunfo final.

India Grangier terminou as cinco etapas da competição com 11h41m05s, o que lhe deu uma vantagem de três segundos sobre Titia Ryo, que teve de contentar-se com a Camisola Branca IPDJ, de melhor jovem. “Foi um fim de semana muito duro para a equipa. Hoje queríamos honrar o nosso colega André Drege e demos o nosso melhor. Pessoalmente, não sendo contrarrelogista, dei o meu máximo. Sabia que já estava a perder dois segundos na segunda viragem. Dei o máximo no último quilómetro e pude segurar a camisola amarela”, explicou a vencedora da Volta.

Graças ao excelente contrarrelógio, Daniela Campos subiu ao terceiro lugar da geral final, a 10 segundos da vencedora. “Faço um balanço muito positivo da minha prestação. Há um ano, não parecia possível que estivesse na disputa de uma corrida por etapas. Só tenho de estar satisfeita com o resultado e com aquilo que indicia para o que aí vem. Ainda estou a cerca de um mês do grande objetivo do ano, os Jogos Olímpicos, e ainda tenho margem de progressão para atingir o meu pico de forma nessa altura”, afirmou a algarvia.

 

Ana Caramelo também teve um bom desempenho no contrarrelógio, no qual foi a nona mais rápida, o que lhe garantiu o estatuto de melhor corredora das equipas portuguesas, no 13.º lugar, a 1m57s da vencedora. Raquel Dias (Tavira/Extremosul/SC Farense) foi a melhor corredora ainda em idade de júnior.

 

A neozelandesa Michaela Drummond (Arkéa-B&B Hotels) venceu a Camisola Vermelha Cofidis, dos pontos, e India Grangier juntou a camisola azul, da montanha, à amarela.

 

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domingo, 21 de julho de 2024 – 04:05:58

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