Alberto Chaíça e Carlos Silva são as principais estrelas para a 23ª Meia Maratona de Setúbal, que domingo se corre a partir das 10 horas, pelas principais artérias da capital do Sado.
Chaíça, venceu o ano passado com um novo recorde pessoal de 1.07.09 e Carlos Silva foi terceiro há dois anos (1.07.16), também o seu melhor tempo, pelo que se admite um bom despique entre dois atletas lusos.
No lado feminino, a referência especial vai para a bracarense Cláudia Pereira, com o recorde pessoal (1.18.30) conseguido quando venceu o ano passado, enquanto Rafaela Almeida (Benfica), que foi 2ª também o ano passado e ainda com recorde pessoal (1.19.50), formam o duo para a luta pelo triunfo.
Em relação à meia maratona, o número de participantes deverá rondar os 1.000, enquanto a mini das famílias terá cerca de meio milhar de elementos, num total de mais ou menos 1.500 participantes.
Recorda-se que os recordes do percurso são ainda pertença do tanzaniano Martin Shulle (1.01.15, em 2002) e da russa Alina Ivanova (1.10.11 em 2004).
Figura de proa também presente será o ex-recordista europeu e mundial dos 10.000 metros, Fernando Mamede, que dará o tiro de partida.
Uma homenagem que o CCD dos Trabalhadores e a Câmara Municipal – como organizadores e apoiantes há 23 anos – prestam a este campeão português que está na história do atletismo mundial.
Em termos de vencedores, apenas três atletas repetiram o triunfo: Festus Langat (2005 e 2006), Manuela Dias (1992 e 1993) e Alina Ivanova (2004 e 2005). O que quer dizer que nas restantes edições houve sempre vencedores diferentes. O que também é bom.
Outra “luta” estatística tem a ver com o número de atletas que cumprem a Meia Maratona. Porque é um dos parâmetros pontuável para determinar o “ranking” das melhores provas.
Em relação à Meia Maratona de Setúbal, o recorde foi alcançado em 2005, quando se chegou aos 842 – recordando-se que em 1992 foi de 552 (14 senhoras). Essa é a meta que se pretende ultrapassar. O ano passado, foram 723 (com 59 senhoras, este o recorde a bater) os que chegaram ao fim.
Por tudo isto, ou não, o que importa é que haja mais gente a praticar a actividade física, face a sua importância para a saúde de cada um.
Chaíça, venceu o ano passado com um novo recorde pessoal de 1.07.09 e Carlos Silva foi terceiro há dois anos (1.07.16), também o seu melhor tempo, pelo que se admite um bom despique entre dois atletas lusos.
No lado feminino, a referência especial vai para a bracarense Cláudia Pereira, com o recorde pessoal (1.18.30) conseguido quando venceu o ano passado, enquanto Rafaela Almeida (Benfica), que foi 2ª também o ano passado e ainda com recorde pessoal (1.19.50), formam o duo para a luta pelo triunfo.
Em relação à meia maratona, o número de participantes deverá rondar os 1.000, enquanto a mini das famílias terá cerca de meio milhar de elementos, num total de mais ou menos 1.500 participantes.
Recorda-se que os recordes do percurso são ainda pertença do tanzaniano Martin Shulle (1.01.15, em 2002) e da russa Alina Ivanova (1.10.11 em 2004).
Figura de proa também presente será o ex-recordista europeu e mundial dos 10.000 metros, Fernando Mamede, que dará o tiro de partida.
Uma homenagem que o CCD dos Trabalhadores e a Câmara Municipal – como organizadores e apoiantes há 23 anos – prestam a este campeão português que está na história do atletismo mundial.
Em termos de vencedores, apenas três atletas repetiram o triunfo: Festus Langat (2005 e 2006), Manuela Dias (1992 e 1993) e Alina Ivanova (2004 e 2005). O que quer dizer que nas restantes edições houve sempre vencedores diferentes. O que também é bom.
Outra “luta” estatística tem a ver com o número de atletas que cumprem a Meia Maratona. Porque é um dos parâmetros pontuável para determinar o “ranking” das melhores provas.
Em relação à Meia Maratona de Setúbal, o recorde foi alcançado em 2005, quando se chegou aos 842 – recordando-se que em 1992 foi de 552 (14 senhoras). Essa é a meta que se pretende ultrapassar. O ano passado, foram 723 (com 59 senhoras, este o recorde a bater) os que chegaram ao fim.
Por tudo isto, ou não, o que importa é que haja mais gente a praticar a actividade física, face a sua importância para a saúde de cada um.