
DIA 3 (27 maio)
PAINEL 5
Ouvimos muito falar da transição digital e da sua grande importância para o futuro das organizações, mas nem sempre sabemos por onde começar este novo posicionamento. Nesta sessão vamos contar com a ajuda de Nuno Vargas, Arthur Jordão e Marco Espinheira para conhecer os muitos apoios e recursos que existem, não apenas em Cascais, mas também ao nível do próprio Estado, para quem se prepara para dar este passo.
PAINEL 6
A tecnologia é uma ameaça aos empregos atuais? Que competências é preciso desenvolver para trabalhar nas novas sociedades assentes no digital e passar a encarar a tecnologia como um aliado e não como uma ameaça? Nesta sessão contamos com Andreia Barbosa, Pedro Brinca e Paula Marques para nos guiarem através das respostas a estas perguntas.
MODERADORA:Aurora Batista
Caso de sucesso / histórias de impacto dos beneficiários FatorC:
Paulo Costada empresa Pensamento Binário (beneficiário do apoio dos Fundos Comunitários, com projeto em implementação e que pertence ao grupo de parceiros do FatorC tem duas histórias de parceria para partilhar:
1) Em parceria com o IEFP - Centro de Formação (parceiro do FatorC)
2) Em parceria com a Car Academy (beneficiário do FatorC)
RESUMO PAINEL 2º DIA
O primeiro painel contou com a participação de três empresários locais, que correspondem a três casos de projetos de resiliência, da restauração aos serviços personal e B2B, que surgiram em plena crise financeira de 2011/12 – Cristina de Botton da Cozinha com Alma um negócio social, João Benedito da Personal Line e Paulo Cruz da Merenda Portuguesa com produto para o catering e eventos e serviços para empresas.
A questão da adaptabilidade flexibilidade é comum aos três projetos, como sumarizou a moderadora Margarida Vaqueiro Lopes, acrescentando que “quando as pessoas têm esta capacidade, conseguem fazer grandes coisas”. “Empresários que fundam negócios durante uma crise a situação só pode melhorar”.
Realçou a resiliência e proatividade de encontrarem soluções em tempos tão conturbados. No fundo é preciso manter de certa forma a ingenuidade inicial no arranque de um novo projeto e o equilíbrio para não esquecer de nos prepararmos para uma nova crise.
No capítulo dos conselhos e reflexões destacaram a flexibilidade, resiliência e rapidez de resposta e minimizar o risco. Agilidade operacional, financeira e, sobretudo emocional.
Como vai a colaboração entre investidores e empreendedores em Portugal? No segundo painel desta tarde vimos que há ainda um caminho a fazer para melhorar a colaboração entre todos.
Para Nuno Brito Jorge, Co-Fundador da Go Parity, “tem de haver uma vontade muito forte para fazer uma parceria acontecer, uma cultura de empatia de parte a parte” e mais ousadia de quem quer financiamento. Ajudará ainda que os financiadores deixem para trás algum “paternalismo”.
Por seu lado, o Business Angel Paulo Andrez lembrou que não são apenas os investidores que podem ajudar a lançar um negócio. Antes de pedir dinheiro, há que considerar também outras soluções que podem passar por explorar “sinergias e parcerias com as Câmaras Municipais ou com as Grandes Empresas” que muitas vezes têm também capacidade e interesse, em ajudar os empreendedores a ganharem experiência e a testarem as suas ideias.