Aidan Wright foi obrigado a desistir, após o capô do Mercedes AMG SLS se ter soltado, na primeira corrida da terceira jornada do Campeonato de Itália de GT, disputada em Imola.
O australiano arrancou da sexta linha da grelha de partida e adoptou um andamento cauteloso, para evitar toques e passar incólume pelos momentos iniciais da prova, com 40 carros a rodarem juntos. “Até nos esquecemos de guiar depressa, o objectivo para nós era evitar acidentes” começava por recordar Wright.
A estratégia de corrida passava assim por aguardar que o pelotão se organizasse para, então sim, passar a adoptar um ritmo mais forte, que lhes permitiria ganhar posições. Numa travagem, ao tentar ultrapassar o Corvette de Marcello Puglisi, não foi possível evitar o toque, na traseira do Chevrolet.
Esta situação “danificou os pontos de apoio do capô do meu carro e após três curvas, além de saltar fora, ainda foi bater na asa traseira e partiu-a. Era impossível continuar em prova.” Rematou Aidan Wright.
2ª Corrida
O toque representou uma penalização de três lugares na grelha de partida para a prova de hoje, pelo que Francisco Mora teve que arrancar da 11ª posição.
O início da prova foi delineado com o mesmo tipo de estratégia, ou seja rodar de forma cautelosa até o pelotão se definir e evitar toques. Mas com três dezenas de participantes a arrancarem logo atrás, Francisco Mora foi atirado para fora da pista e ficou na gravilha da Curva 3.
Francisco Mora retomou o andamento e conseguiu recuperar várias posições até passar o volante a Aidan Wright, que levou o Mercedes SLS AMG até ao 19º lugar final.
"Andamos bem durante toda a corrida, mas este campeonato é muito forte e um atraso inicial hipoteca logo um bom resultado. A oito minutos do fim, sentimos um problema de pressão de gasolina que não deixou ir um pouco mais além." Rematou Francisco Mora.

