Angélica André oitava na Taça do Mundo Setúbal Bay 2017

 

O húngaro Kristof Rasovszky e a italiana Rachele Bruni venceram a Taça do Mundo FINA HOSA 10 km Marathon Swimming World Cup Setúbal Bay 2017, que hoje decorreu na Baía do Sado.

 

Angélica André, em oitavo, Rafael Gil, em 36.º, foram os melhores portugueses.

 

Em masculinos, naquela que é a prova mais rápida disputada no Sado, após onze edições, o húngaro Kristof Rasovszky terminou com 1.29,50 horas, batendo nos derradeiros metros o alemão Mob Muffels (1.29,52) e o italiano Andrea Manzi (1.29,59).

 

Rafael Gil (Benfica) estevem na luta no pelotão da frente até à terceira volta, acabando por terminar em 36.º lugar com 1.37,12 horas. Alexandre Coutinho foi 37.º (1.41,34) e José Carvalho foi 38.º (1.42,23). Diogo Marques foi desclassificado e Mário Bonança desistiu.

 

Na prova feminina, a italiana Rachele Bruni, prata no Rio 2016, confirmou o favoritismo (1.37,36) assegurando o triunfo à frente da brasileira Viviane Jungblut  (1.37,37) e da equatoriana Samantha Salinas (1.37,42).

 

Angélica André (Fluvial) nadou sempre no grupo da frente para terminar a 37,77 segundos da vencedora.

 

Vânia Neves foi 26.ª com 1.43,01 e Eva Carvalho desistiu.

 

Daniel Viegas (diretor técnico nacional): “A Angélica André fez uma prova extremamente inteligente. Este oitavo lugar final foi muito importante para ela recuperar a confiança. Já tinha sido décima classificada no circuito de Viedma, na Argentina e conseguiu o seu melhor resultado dos últimos tempos. A prestação do Rafael Gil também não defraudou as expetativas, tal como a da Vânia Neves. No caso do Rafael, ele está a atravessar uma fase de transição, marcada pela mudança de clube e de vida. No cômputo geral, posso classificar as atuações dos nadadores portugueses de bastante positiva. E uma experiência vital perante alguns dos melhores nadadores do mundo nesta disciplina”.

 

 

Angélica André: “Antes da prova estava um bocado receosa devido à questão dos fatos isotérmicos. Foi bom não correr com o fato, pois senti-me mais solta e descontraída.

Procurei andar sempre entre no grupo da frente e foi óptimo alcançar este oitavo lugar e ficar no ‘top ten’. Espero conseguir o mesmo resultado em Budapeste”.

 

Rafael Gil: “Já sabia que a prova ia ser muito dura, mas não me importo porque esta é a minha praia. Gosto muito de nadar aqui no estuário do Sado.

Foi uma corrida muito forte, com andamento muito rápido. É sempre bom nadar com a elite mundial. Só espero que possa ir ao Mundial de Budapeste, dentro de três semanas”.

 

 

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