A Selecção Nacional de Seniores Femininos parte amanhã, às 6h50, de Lisboa rumo à cidade romena de Piatra Neamt, onde disputará, de 6 a 8 de Setembro, juntamente com a Roménia, a Grã-Bretanha e a Croácia, o 1.º torneio da Poule D da 2.ª Ronda de qualificação para o Campeonato da Europa de 2013.
O 2.º torneio será realizado na Croácia (Rovinj-Valbruna), de 13 a 15 de Setembro.
Após ter cumprido hoje o seu último treino no Colégio Internato dos Carvalhos, em Vila Nova de Gaia, a selecção orientada por Fernando Luís, Seleccionador Nacional, e Filipe Lacerda, Treinador Adjunto, mostra-se preparada para enfrentar as selecções da Grã-Bretanha, da Roménia e da Croácia.
Filipe Lacerda destaca a forma como os treinos bidiários decorreram e a importância que tem para o grupo de trabalho o facto de a Selecção Nacional ir defrontar adversárias com nome no panorama internacional.
“A preparação foi óptima. A primeira semana de trabalho serviu para a equipa técnica aprofundar o conhecimento sobre algumas jogadoras. Algumas atletas trabalham connosco desde a Selecção de Juniores, mas há outras que fazem parte dos estágios da Selecção Sénior pela primeira vez e pudemos conhecê-las melhor ao longo destas duas últimas semanas.
Este grupo de trabalho interiorizou bem aquilo que a equipa técnica pretende. É pouco tempo, é verdade, mas tem estado tudo a correr bem, melhor até do que aquilo que pensávamos no início dos trabalhos”.
O Treinador Adjunto da equipa das quinas olha primeiro para o seu próprio campo e só depois para o do adversário:
“O que interessa é apagar primeiro os fogos dentro da nossa própria casa. É esse o nosso princípio-base. Não adianta nada estar a pensar na forma como joga o adversário sem primeiro termos a nossa equipa pronta para o defrontar.
O que nos interessava primeiramente era organizar uma filosofia de jogo. Estamos a conseguir esse objectivo e as jogadoras estão a ver que retiram outro proveito desta forma de jogar.
Competição é sempre competição e, na Roménia e na Croácia, elas vão ver algo bem diferente daquilo a que estão habituadas no Campeonato Nacional da I Divisão.
Sem querer tirar mérito a ninguém, o nível de jogo das jogadoras que vamos encontrar nesta poule é muito mais elevado.
Precisamos de ter a noção que, para jogarmos a nível internacional, temos de possuir uma capacidade muito grande de trabalho e uma personalidade forte ou tudo se tornará muito complicado”.
O choque mais forte dar-se-á nos primeiros jogos...
“Aqui não há grandes segredos. Ou estão prontas... ou não. Daí que os primeiros jogos sejam sempre importantes. Não vale a pena estar a elaborar grandes teorias e dizer que é possível fazer isto ou aquilo.
O mais importante para nós é tentar reunir um grupo de jogadoras com personalidade forte e sem medo de entrar em acção. A partir daí, tudo poderá correr bem melhor.
Aliás, nós estamos preparados para correr sempre atrás do prejuízo porque até agora foi sempre assim em confrontos com selecções deste gabarito.
A selecção da qual temos um conhecimento mais reduzido é a Croácia. A equipa técnica da Selecção Espanhola facultou-nos alguns vídeos de jogos com a Roménia o que facilitou também a preparação do nosso trabalho. Porque algumas jogadoras terão os seus fantasmas, mas é importante para elas verem que as suas adversárias são fortes, mas não são infalíveis e também têm as suas debilidades e insegurança.
E isso abre-nos a possibilidade de crescermos nós no jogo, se desenvolvermos o nosso Voleibol com consistência”.
CAPITÃ DANIELA LOUREIRO:
"ESTAMOS A FORMAR UM BOM GRUPO"
Daniela Loureiro é a capitã de uma equipa motivada:
“Estamos a trabalhar há duas semanas e creio que tem sido uma boa preparação. Nestas duas semanas realizámos um trabalho árduo. Toda a gente deu tudo o que tinha nos treinos e creio que conseguimos crescer como equipa.
Este grupo foi renovado e tem muitas atletas novas, 17, 18 e 19 anos, e acho que estamos a conseguir elaborar um excelente trabalho e a formar um bom grupo para a poule de qualificação”.
As jogadoras têm consciência de que vão defrontar adversárias muito fortes...
“Todos os nossos adversários são difíceis. Teoricamente, a Grã-Bretanha, que começa a dar os primeiros passos a sério na modalidade, seria o mais acessível, mas preparou-se bem para os Jogos Olímpicos de 2012, tendo mostrado em Londres que está mais forte, e agora vai disputar esta poule já com muita rodagem e também muito ritmo de jogo.
No entanto, esta equipa está a trabalhar para dar o seu melhor e tentar fazer algo diferente nos dois torneios de qualificação, frente à Roménia, à Croácia e à Grã-Bretanha”.
Para isso acontecer...
“Antes de mais, precisamos de estar unidas. Antes de pensarmos nas equipas adversárias, é preciso trabalharmos para nós. Só após conseguirmos isso, se formos uma equipa unida, teremos todas as hipóteses de fazer um bom trabalho na Roménia e na Croácia”, conclui.
O 2.º torneio será realizado na Croácia (Rovinj-Valbruna), de 13 a 15 de Setembro.
Após ter cumprido hoje o seu último treino no Colégio Internato dos Carvalhos, em Vila Nova de Gaia, a selecção orientada por Fernando Luís, Seleccionador Nacional, e Filipe Lacerda, Treinador Adjunto, mostra-se preparada para enfrentar as selecções da Grã-Bretanha, da Roménia e da Croácia.
Filipe Lacerda destaca a forma como os treinos bidiários decorreram e a importância que tem para o grupo de trabalho o facto de a Selecção Nacional ir defrontar adversárias com nome no panorama internacional.
“A preparação foi óptima. A primeira semana de trabalho serviu para a equipa técnica aprofundar o conhecimento sobre algumas jogadoras. Algumas atletas trabalham connosco desde a Selecção de Juniores, mas há outras que fazem parte dos estágios da Selecção Sénior pela primeira vez e pudemos conhecê-las melhor ao longo destas duas últimas semanas.
Este grupo de trabalho interiorizou bem aquilo que a equipa técnica pretende. É pouco tempo, é verdade, mas tem estado tudo a correr bem, melhor até do que aquilo que pensávamos no início dos trabalhos”.
O Treinador Adjunto da equipa das quinas olha primeiro para o seu próprio campo e só depois para o do adversário:
“O que interessa é apagar primeiro os fogos dentro da nossa própria casa. É esse o nosso princípio-base. Não adianta nada estar a pensar na forma como joga o adversário sem primeiro termos a nossa equipa pronta para o defrontar.
O que nos interessava primeiramente era organizar uma filosofia de jogo. Estamos a conseguir esse objectivo e as jogadoras estão a ver que retiram outro proveito desta forma de jogar.
Competição é sempre competição e, na Roménia e na Croácia, elas vão ver algo bem diferente daquilo a que estão habituadas no Campeonato Nacional da I Divisão.
Sem querer tirar mérito a ninguém, o nível de jogo das jogadoras que vamos encontrar nesta poule é muito mais elevado.
Precisamos de ter a noção que, para jogarmos a nível internacional, temos de possuir uma capacidade muito grande de trabalho e uma personalidade forte ou tudo se tornará muito complicado”.
O choque mais forte dar-se-á nos primeiros jogos...
“Aqui não há grandes segredos. Ou estão prontas... ou não. Daí que os primeiros jogos sejam sempre importantes. Não vale a pena estar a elaborar grandes teorias e dizer que é possível fazer isto ou aquilo.
O mais importante para nós é tentar reunir um grupo de jogadoras com personalidade forte e sem medo de entrar em acção. A partir daí, tudo poderá correr bem melhor.
Aliás, nós estamos preparados para correr sempre atrás do prejuízo porque até agora foi sempre assim em confrontos com selecções deste gabarito.
A selecção da qual temos um conhecimento mais reduzido é a Croácia. A equipa técnica da Selecção Espanhola facultou-nos alguns vídeos de jogos com a Roménia o que facilitou também a preparação do nosso trabalho. Porque algumas jogadoras terão os seus fantasmas, mas é importante para elas verem que as suas adversárias são fortes, mas não são infalíveis e também têm as suas debilidades e insegurança.
E isso abre-nos a possibilidade de crescermos nós no jogo, se desenvolvermos o nosso Voleibol com consistência”.
CAPITÃ DANIELA LOUREIRO:
"ESTAMOS A FORMAR UM BOM GRUPO"
Daniela Loureiro é a capitã de uma equipa motivada:
“Estamos a trabalhar há duas semanas e creio que tem sido uma boa preparação. Nestas duas semanas realizámos um trabalho árduo. Toda a gente deu tudo o que tinha nos treinos e creio que conseguimos crescer como equipa.
Este grupo foi renovado e tem muitas atletas novas, 17, 18 e 19 anos, e acho que estamos a conseguir elaborar um excelente trabalho e a formar um bom grupo para a poule de qualificação”.
As jogadoras têm consciência de que vão defrontar adversárias muito fortes...
“Todos os nossos adversários são difíceis. Teoricamente, a Grã-Bretanha, que começa a dar os primeiros passos a sério na modalidade, seria o mais acessível, mas preparou-se bem para os Jogos Olímpicos de 2012, tendo mostrado em Londres que está mais forte, e agora vai disputar esta poule já com muita rodagem e também muito ritmo de jogo.
No entanto, esta equipa está a trabalhar para dar o seu melhor e tentar fazer algo diferente nos dois torneios de qualificação, frente à Roménia, à Croácia e à Grã-Bretanha”.
Para isso acontecer...
“Antes de mais, precisamos de estar unidas. Antes de pensarmos nas equipas adversárias, é preciso trabalharmos para nós. Só após conseguirmos isso, se formos uma equipa unida, teremos todas as hipóteses de fazer um bom trabalho na Roménia e na Croácia”, conclui.