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Domínio total da McLaren em Miami

 

A McLaren somou o máximo de pontos (58) no Grande Prémio de Miami, com o primeiro e o segundo lugar na corrida sprint de sábado e com a dobradinha na corrida principal de domingo. No sábado, Lando Norris foi o primeiro a cruzar a linha de meta, seguido de perto por Oscar Piastri, mas no domingo as posições inverteram-se, com o australiano a conquistar a sua quarta vitória da temporada, a terceira consecutiva, e a sexta da carreira. Foi a 51.ª dobradinha da história da McLaren, a segunda em 2025.

 

George Russell (Mercedes) subiu ao terceiro lugar do pódio, naquela que foi a sua quarta presença na cerimónia de entrega de prémios esta temporada, com um segundo e três terceiros lugares.

 

O DIA NA PISTA

 

Tal como se previa antes da corrida, os pilotos dividiram-se em dois grupos na grelha de partida. Treze escolheram o composto médio para o primeiro turno, seguindo assim a estratégia teoricamente mais rápida. Os restantes optaram pelo composto duro, apostando na possibilidade de adiar a paragem nas boxes e beneficiar de uma eventual entrada do safety car, ou ainda de uma mudança nas condições meteorológicas, uma vez que a ameaça de chuva esteve presente ao longo de toda a prova.

 

Nico Hülkenberg (Sauber) e Lance Stroll (Aston Martin) realizaram o turno mais longo com pneus duros, completando 36 voltas. Já com o composto médio, o turno mais longo foi de 29 voltas, cumprido pelos dois pilotos da McLaren e pelos pilotos da Ferrari.

 

MARIO ISOLA – DIRETOR PIRELLI MOTORSPORT

 

"Foi uma corrida muito linear no que diz respeito aos pneus. Apesar de termos trazido um trio de compostos um grau mais macio do que em 2024, com o objetivo de aumentar as opções estratégicas, os dados recolhidos ao longo do fim de semana já indicavam que seria, ainda assim, uma prova com apenas uma paragem — e assim se confirmou. A degradação foi muito limitada tanto no C3 como no C4; neste último, até foi inferior ao esperado. Isso explica porque é que os pilotos que arrancaram com o médio conseguiram prolongar o primeiro turno até à metade da corrida ou mais, especialmente com a ajuda do virtual safety car, que facilitou a troca para o composto duro por parte dos líderes.

 

A baixa degradação dos pneus também contribuiu para os muitos duelos em pista, sobretudo nas fases iniciais da corrida, em que os pilotos puderam atacar sem grandes restrições. Foi um cenário bem diferente do que vimos em Suzuka, por exemplo, há um mês. As características do circuito de Miami são distintas, com mais oportunidades de ultrapassagem, o que demonstra a complexidade de reunir todas as condições necessárias para proporcionar o grande espetáculo que os adeptos merecem."

 

 

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sexta-feira, 1 de maio de 2026

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