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O Salão Preto e Prata do Casino Estoril, esgotou para uma noite de rock, com dois nomes bem conhecidos mundialmente, Russ Ballard e Tyketto.
Russ Ballard foi o cabeça de cartaz, o cantor e músico britânico, que trouxe a palco 18 temas bem conhecidos do seu repertório.
1. “New York Groove”
2. “I Can’t Hear You No More”
3. “In the Night”
4. “Two Silhouettes”
5. “Voices”
6. “A Woman Like You”
7. “Day to Day”
8. “Playing With Fire”
9. “The Last Time”
10. “Liar”
11. “Once a Rebel”
12. “The Omen”
13. “Hey Bernadette”
14. “Your Time Is Gonna Come”
15. “Dream On”
16. “The Fire Still Burns”
17. “Since You’ve Been Gone”
18. “God Gave Rock and Roll to You”
Russ Ballard foi antecedido pelos Tyketto, com o lider da banda e seu vocalista Danny Vaughn. Estes músicos norte-americanos em estreia no Salão Preto e Prata do Casino Estoril, aqueceram a noite de espectáculos com best-sellers e outros temas menos conhecidos, mas que animaram o público, que vibrou com a sua actuação de Hard Rock.
Os temas que apresentaram passaram por:
1. Rescue me
2. Wings
3. Burning Down
4. Higher Than High
5. Strength
6. We rise
7. Reach
8. Seasons
9. Bad for Good
10. Standing Alone
11. Lay your body
12. Last sunset
13. Forever young
Numa noite inesquecível de grande Rock Britânico e Norte-Americano, o público desfrutou da escolha destes temas das duas grandes formações, Russ Gallard com a sua banda assim como os Tyketto.
Texto e Fotos: Pedro MF Mestre
(clique na imagem para ver o álbum completo)
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Russ Ballard |
Tyketto |
Spirit of the Dance encheu o Salão Preto e Prata do Casino Estoril, no dia 6 de Maio para um espectáculo único de dança, coreograficas e sapaetado irlandês ao longo de duas horas.
Esta companhia de dança comemora este ano 25 anos de êxitos, são reconhecidos e premeados internacionalmente e estão em digressão comemorativa da efeméride. Já actuaram em mais de 20 países, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril, esta foi a sua estreia.
Para além do sapateado irlandês, apresentaram várias coreografias e temas usando motivos de Flamenco, Salsa, Hip Hop, Streat Dance e de American Tap.
Com um elenco composto por muitos bailarinos onde a sincronização, profissionalismo e espectáculo, encheram de energia e emoção os espectadores.
Texto e Fotos: Pedro MF Mestre
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Os Caskotas, companhia de Teatro Sénior de Cascais e Estoril, com o encenador Luís Lourenço, levaram a palco mais um trabalho com grande êxito, a peça “A Carta” 100 anos de História com Estórias’ na Academia de Artes do Estoril, Auditório Carlos Avilez.
Tiveram quatro sessões de cerca de uma hora e meia. A estreia foi a dia 27 de Março pelas 21 horas e as restantes sessões foram seguidas:
Dia 30 de Março às 15 horas
Dia 31 de Março às 15 horas;
Dia 1 de Abril às 10,30 horas
“A Carta”, uma peça que roda à volta do tempo da Guerra do Ultramar, em que uma enfermeira paraquedista dá assistência a um militar ferido em combate. O ambiente que se vive nesse momento é de desconfiança e medo do que possa surgir neste ambiente hostil. Contudo há coisas que ligam as pessoas no pós-guerra. Já no Continente há desavenças princialmente entre a família de Constança que não quer aceitar a união da filha com Avelino. Contudo nem Avelino nem Constança desistem do amor e acabam juntos. Contudo a vida não é fácil, e por vezes com surpresas que na altura eram frequentes entre famílias.
Os Caskotas com estas iniciativas provam que levar a palco uma boa peça de teatro não escolhe idades.
Após terminar a actuação, foram dirigidos os agradecimentos às entidades que os apoiam em especial à autarquia local, União de Freguesias de Cascais e Estoril, subindo ao palco anterior e o actual presidente, pois ambos deram continuidade a este projecto, deixando umas palavras de parabéns e incentivo a todos.
Ficha Técnica:
Actores: Ana Carapeto, Ana Carneiro, Antónia Morais, Arminda Varela, Delgrace Aeppli, Fernanda Wanzeller, Francisca Silva, Isabel Morgado, Isabel Ribeiro, Margarida Borges, Maria Campanudo, Maria Júlia, Teresa Pedrosa, Teresa Pereira, Madalena Conceição, Edgar Carapeto, Carlos Carneiro, José Lourenço, Mário Santos.Convidados: Mara Adri e Luís Lourenço.
Autoria: Luís Lourenço
Apoio à Criação Artística: Mara Adri
Levantamento Histórico: Ana Maria
Contrarregras: Edgar Carapeto
Ideia Original: Luís Lourenço & Caskotas – Teatro Sénior.
Vamos conhecer melhor os Caskotas, agradecendo desde já desde já o historial que nos facilitaram:
O Grupo de Teatro Sénior da Junta de Freguesia de Cascais e Estoril – nasceu há cerca de 18 anos, fruto da vontade de criar, partilhar e dar voz aos seniores frequentadores dos Espaços Sénior que a junta tem a seu cargo , através da arte. Ao longo do tempo, tem sido muito mais do que um grupo de teatro: é um espaço de encontro, de crescimento pessoal e coletivo, onde histórias ganham vida e laços se constroem.
Em 2017, inicia-se um novo capítulo, com a chegada do encenador Luís Lourenço. A sua entrada trouxe uma energia renovada, um novo olhar artístico e uma identidade mais definida, dando origem ao nome “Caskotas”. Mais do que uma identidade , foi o início de uma nova etapa, marcada pela união, pela criatividade e pela vontade de ir mais longe.
Em 2018, após meses de dedicação, entrega e muitos ensaios, o grupo sobe ao palco do Teatro Gil Vicente com o espetáculo “Saídos da Casca”. Este momento representou não só uma estreia, mas também a afirmação de um grupo que acredita no poder transformador do teatro.
No final, desse mesmo ano, abraçam um novo desafio, começando a preparar a peça “À Bué da Tempo”. No entanto, o caminho revelou-se mais difícil do que o esperado. A pandemia de COVID-19 e diversos constrangimentos pessoais e coletivos colocaram o projeto em pausa, testando a resiliência de todos. Ainda assim, o grupo nunca desistiu. E foi assim que, em 2023, o espetáculo finalmente chegou ao público, no Edifício Cruzeiro, no Estoril — um momento carregado de emoção, superação e conquista.
Em 2024, “À Bue da Tempo” regressa para uma segunda temporada, com o apoio da Santa Casa da Misericórdia de Cascais e da Câmara Municipal de Cascais. Este reconhecimento veio reforçar a importância do trabalho desenvolvido e o impacto positivo do grupo na comunidade.
Mas o percurso continua. Em setembro de 2024, iniciam-se os ensaios para um novo projeto, “A Carta”, novamente sob a direção de Luís Lourenço. Mais uma vez, surgem desafios inesperados, incluindo a perda de alguns elementos do grupo — momentos difíceis, vividos com dor, mas também com união e respeito pela memória de quem fez parte desta história.
Apesar de tudo, o grupo manteve-se firme. E, no dia 27 de março, “A Carta” sobe finalmente ao palco da Academia dec Artes do Estoril - Auditório Carlos Avilez , simbolizando não apenas mais uma estreia, mas a força de um grupo que nunca desiste, que transforma dificuldades em expressão e que encontra, no teatro, uma forma de continuar.
O Grupo Caskotas é, hoje, muito mais do que um projeto artístico. É uma família, um espaço de resistência, de partilha e de vida — onde cada palco é também um recomeço.
Texto e Fotos: Pedro MF Mestre
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Na noite de 9 de Maio, o Salão Preto e Prata do Casino Estoril festejou a tradição musical académica.
Sendo a organização a cargo da Tuna anfitriã a TUL (Tuna Universitária de Lisboa), com o nome deste Festival: “Alma Tunae – Estoril 2026” que recebeu para além de formações portuguesas, as duas convidadas da Faculdade de Medicina de Murcia (Espanha) e a “La 52” – Tuna Veterana de Puerto Rico.
Entre tunas, o público foi presenteado pela boa disposição do apresentador e entretainer.
A ordem pela qual subiram ao palco do Salão Preto e Prata do Casino Estoril:
Como sendo um Festival competitivo, o júri decidiu atribuir as classificações dos melhores em cada categoria:
Melhor Serenata: Afonsina - Tuna de Engenharia da Universidade do Minho
Melhor Estandarte: Afonsina - Tuna de Engenharia da Universidade do Minho
Melhor Pandeireta: Fan-Farra Académica de Coimbra
Melhor Instrumental: Afonsina - Tuna de Engenharia da Universidade do Minho
Melhor Solista: La 52 - Tuna Veterana de Puerto Rico
Tuna mais Tuna: La 52 - Tuna Veterana de Puerto Rico
Segunda Melhor Tuna: Tuna de Medicina de Múrcia
Melhor Tuna: Fan-Farra Académica de Coimbra
Texto e Fotos: Pedro MF Mestre
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Nos dias 20 e 21 de Fevereiro, o Auditório do Casino Estoril apresentou ao público o espectáculo “Show Me How You Burlesque”. É um musical para cerca de uma hora que leva a sala no tempo a Paris em 1881 a um cabaret com o foco no espectáculo e escândalo.
Aqui o escritor Nicolas Bastien recém chegado à cidade, entra nesta casa de seduções e desilusões, toma as suas notas de observador atento da vida, e assiste ao que se passa em Le Chat Rouge.
O dono do Cabaret, Henri, é um homem de negócios querendo fazer dinheiro com garra e a sede do poder tenta atrair os clientes sejam quem for com a sedução das suas bailarinas.
Neste spectáculo para além da qualidade do elenco de actores, o corpo de dança estava bem coordenado conforme as coreografias que tinha a apresentar.
No Auditório do Casino do Estoril, a companhia “Palco da Tua Arte” coordenada por Marta Garção, entregou ao público duas noites de dança e teatro musical de grande qualidade.
Texto e Fotos: Pedro MF Mestre
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No passado dia 14 de fevereiro o Casino Estoril comemorou o dia de S. Valentim em ambiente festivo variado, para um excelente momento a dois.
O programa no Salão Preto e Prata baseou-se em:
20h00: Jantar no Salão Preto e Prata
22h00: Concerto dos HMB
23h30: Set DJ Jay Lion
Após o jantar entraram em palco os HMB em que a banda foi ao baú buscar temas do seu vasto repertório, confessando eles, para preparar esta noite memorável em que se celebra o amor.
Passaram por: “Neste deserto nascem...”, “S.O.S”, “Somos par”, “Só nós os 2 – 7 Vidas”, “Paixão”, “Fala-me de amor”, “Peito”, “Duia”, “Jura”, “Talvez”, “Não te esqueci”, “Loucos”, “Sorri pra mim”, “Naptel”, “Não me deixes partir”, “Amor é assim”.
A noite não terminou com concerto dos HMB, passando o som para o DJ Jay Lion, conceituado passando pela rádio, numa das estações mais ouvidas. Os seus sets são conhecidos por criar ritmos e nostalgia aos ouvintes, com temas que atravessam gerações.
Texto: Vera Brás
Fotos: Pedro MF Mestre
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Jorge Aragão celebra 50 anos de carreira no Salão Preto e Prata do Casino Estoril
Jorge Aragão, um dos mais conceituados artistas de samba de topo, trouxe ao Casino Estoril, com uma lotação basicamente esgotada, um concerto comemorativo dos seus 50 anos de carreira.
O músico, compositor e cantor, é uma referência não só no Brasil, mas por onde passa. As suas digreções são sempre um sucesso. Ele com os seus 50 anos de carreira, trás temas para celebrar a alma, poesia, samba e os ritmos brasileiros em si.
De facto o público deu um retorno muito positivo, quem conseguia dançar nos seus lugares, estava de pé a acompanhar os temas de Jorge Aragão.
Embora tenha uma grande vitalidade em palco, já se fala de deixar as grandes digressões.
Para termos ideia do alinhamento dos 40 temas que trouxe a este palco, com os seus músicos preduminantemente de cordas e percusão:
· Tema
· Preto, cor Preta
· Identidade Nova – Som Brasil
· Eu e Você Sempre
· Lucidez
· Amor Estou Sofrendo
· Que nem Ioiô
· Doce Inimigo
· Novos Tempos
· De Sampa a São Luiz
· Alvará – Roda de Samba
· Doce Amizade
· Reflexão
· É Tanta Essa Dor
· Voo de Paz
· E a Vida Mudou
· Mutirão de Amor
· Minta Meu Sonho
· Já é
· Cabelo Pixaim
· Não Sou Mais Disso
· Tape Deck
· Do Fundo do Nosso Quintal
· Papel de Pão
· Loucuras de uma Paixão
· Feitiço de Paixão
· Espelho Meu
· Vingará
· Chorando Estrelas
· Abuso de Poder
· Sentinela
· Conselho
· Ave Maria
· Coisa de Pele
· Tendência
· Malandro
· Moleque Atrevido
· Globeleza
· Coisinha do Pai
· Vou Festejar
Até uma próxima, nem que seja no Brasil, Jorge Aragão.
Texto e Fotos: Pedro MF Mestre
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Os humoristas Whindersson Nunes e Robson Sousa animaram, no dia 30 de
Janeiro através do seu espectáculo em formato stand-up commedy “Criando Bagagem” no Salão Preto e Prata do Casino Estoril.
Estes dois amigos, com muitas viagens, muitas horas de palco têm muitas peripécias para contar. Assim nasceu a digressão “Criando Bagagem”, um autêntico story telling de comédia.
A sua actuação em palco foi interessante, primeiro os dois artistas juntos a rever as suas histórias, depois Robson Sousa fica em monólogo a reviver opassado, sempre na perspectiva cómica, que vai desde o avião, ao hotel, ao palco. Passado um tempo Robson passa o palco ao Whindersson, também com a mesma dinâmica das histórias de viagem que leva na bagagem destes anos de carreira, a solo e em conjunto com Robson.
Aqui tudo serve para fazer comédia, os artistas pegam em pormenores por vezes irrelevantes, e conseguem fazer uma história para o seu público dar umas boas gargalhadas.
Já para o fim, Robson entra de novo em palco, acabam de ir “Criando Bagagem” e despedem-se do público.
Esta dupla de sucesso, em conjunto ou a solo, estão alinhados no tipo de comédia que vão apresentar aos seus espectadores, cada um com o seu “selo” pessoal, mas com a mesma linha condutora.
Texto e Fotos: Pedro MF Mestre
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O State Royal National Ballet of Georgia actuou pela primeira vez no Salão Preto e Prata do Casino Estoril no passado dia sete de dezembro ao fim da tarde. Este foi um espectáculo prepardo para ser exibido em duas partes com intervalo.
A famosa companhia de Tbilisi, teve uma grande dimânica que conquistou o público, com bons números de dança em que cada um deixou uma história subentendida no que o corpo de dança ofereceu e o seu público.
Com 28 dançarinos e um guarda-roupa de 300 fatos, com ritmo mais dinâmico ou mais intiminsta, trouxeram ao Estoril um pouco do que é a tradição de dança georgiana, seja ela clássica ou da vertente acrobatica, animaram o Salão Preto e Prata do Casino Estoril cuja lotação da sala esteve esgotada.
Tudo isto foi materializado pela Direcção artística de Gela Potskhishvili e Maia Kiknadze.
State Royal National Ballet of Georgia onde quer que vá, ao longo do mundo, leva um pouco da sua cultura georgiana muito bem representada.
No final, o público teve uma grande ovação de pé a todos os elementos e seus Directores artisticos.
Texto e Fotos: Pedro MF Mestre
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DiversosFotos de Alexandre Rosado Albuquerque |
Ensaio geralFotos de Pedro MF Mestre |
VivaldiFotos de Pedro MF Mestre |
Astor PiazzollaFotos de Pedro MF Mestre |
Alcione, artista brasileira de MPB, sobe ao palco do Salão Preto e Prata do Casino Estoril no passado dia 20 de Novembro, num concerto da digressão comemorativa do seu 50º aniversário de carreira.
A artista de 78 anos, teve casa cheia. O público foi resistente ao frio da noite e já dentro da sala de espectáculos com conforto participou no espectáculo com Alcione.
Tendo em conta os seus anos de carreira, Alcione apresenta um espectáculo único, e com muita energia e uma grande voz. O seu portfólio de álbuns lançados, contêm temas que foram grandes
êxitos e com vendas na ordem dos milhões de cópias.
Nos vinte e três temas que a “rainha do samba” revê no concerto, passa por vários estilos da música brasileira, seja samba, MPB (música popular brasileira) entre outros estilos que ela como artista também protagoniza.
Alguns dos seus temas interpretados: “Pra q chorar”, Além da cama”, “Estranha loucura”, “Faz 1 loucura por mim”, “Sufoco”, “Juízo final”, “Umbi Umbi”, “Samba enredo mangueira”, “Não deixe o samba morrer”...
Acompanhada por uma orquestra com teclado, percussão, cordas e metais. A cantora é muito dinâmica, contudo devido a um acidente recente, teve que partilhar a presença em pé, assim como cantar alguns temas sentada.
O público, tendo em conta que tinha sala cheia, com ritmos brasileiros, por vezes levantava-se e dançou no seu próprio lugar.
O espectáculo foi contagiante entre a Alcione, o público e os seus músicos.
Texto e Fotos: Pedro MF Mestre
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