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Europeu de Sub-22 Femininos - Duplas Suíças e Polacas impressionam

 


Um dia em cheio para a Suíça e a Polónia, países que apuraram duas duplas cada para os quartos-de-final do torneio de femininos. 


Se no caso de Jagoda Gruszczynska e Karolina Baran e Katarzyna Kociolek/Dorota Strag, respectivamente campeãs e vice-campeãs europeias, isso não é de estranhar, já no que diz respeito às representantes helvéticas há que destacar o percurso de Gerson e Caluori, modestas 29.ªs no ranking inicial e terceiras na fase de grupos, que afastaram da prova duplas teoricamente mais credenciadas, como as turcas Nezir e Cetin (14.ªs) e as letãs Lece e Ozolina (16ªs).

 

De salientar também a competitividade de alguns jogos da 1.ª e da 2.ª rondas, dignos de figurar em episódios do programa Survivor, casos de Bendikova/Dostalova (Rep. Checa), que tiveram de dar tudo em campo para derrotarem as francesas Chamereau e Lusson (2-1: 21-14, 23-25 e 15-13), num jogo muito equilibrado, emotivo, e que foi captando cada vez mais espectadores até ao seu epílogo (58 minutos) e das checas Valkova e Dostalova x italianas Lestini e Zuccarelli, com números fora do comum: 2-1 (20-22, 29-27, 15-8).

 

Na 2.ª Ronda, o jogo seguido com mais atenção disputou-se no court central e teve como protagonistas Betschart/Eiholzer (Suíça) x Valkova/Dostalova (República Checa) terminou com o resultado de 2-1 (21-16, 19-21, 15-10) e com as atletas checas lavadas em lágrimas.


Na 1.ª ronda, as checas Valkova e Dostalova e as italianas Lestini e Zuccarelli disputaram uma autêntica maratona pontual, que acabou por ser favorável às primeiras por 2-1 (20-22, 29-27, 15-8).

 

Resultado: os quartos-de-final (3.ª Ronda), a disputar amanhã, não podiam ser mais apelativos:


Dabizha/Makroguzova, RUS x Gruszczynska/Baran, POL
Betschart/Eiholzer, SUI x Arnholdt/Glenzke, ALE
Ittlinger/Ottens; ALE x Kociolek/Strag, POL
Gerson/Caluori, SUI x Povilaityte/Dumbauskaite, LIT

 

 

Portugal ficou sem representantes no sector femininos. Frente às espanholas Etxebarría/Izagirre, Vanessa Paquete e Margarida Vasques estiveram a vencer por 19-17 no primeiro parcial, mas acabaram por soçobrar (19-21) e isso acabou por ter um peso quase decisivo no desenrolar do próprio jogo. Acrescente-se os problemas físicos sentidos por Margarida Vasques e está explicado o desnível no segundo set (21-12).

No final, ficou o 17.º lugar na classificação final e algum amargo de boca.

 

Vanessa: “No primeiro set, estivemos sempre na frente e nos momentos decisivos foi quando errámos e isso deitou-nos um pouco abaixo. Ficámos um pouco tristes e elas acabaram por aproveitar. Sem tirar o mérito às espanholas, penso que a vitória estava ao nosso alcance.
Por outro lado, está muito calor e as espanholas começaram a fazer muitos ralles e a Margarida não aguentou e isso fez com que baixássemos o nível do nosso jogo. 
Favoritas? Gosto muito da dupla suíça, mas as polacas são já profissionais de Voleibol de Praia, bem como as campeãs em título, pelo que terão de assumir o favoritismo
”.

 

Margarida: “Como balanço, podemos dizer que conseguimos a passagem à segunda fase, o que acaba por ser bom, dado que não temos experiência como dupla [Margarida substituiu, dias antes da prova, Gabriela Coelho, por lesão]. Tivemos apenas duas semanas de treino juntas e aproveitámos ao máximo e penso que isso foi visível nas nossas exibições.
O nível deste Europeu está muito alto e tanto as raparigas como os rapazes deram o seu melhor contra algumas duplas mais velhas já estão juntas há alguns anos e fizeram mesmo etapas no World Tour
".

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sexta-feira, 24 de abril de 2026

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