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Miguel Oliveira traído por piso húmido

Apesar da pista de Le Mans se ter apresentado húmida antes da partida para a corrida de Moto3 do Grande Prémio de França, quarta jornada do Campeonato do Mundo de MotoGP, a existência de uma linha seca ao longo de todo o traçado fez com que a prova fosse declarada como Seca.
 
Com pneus slick, tal como o resto do pelotão em função da decisão da Direcção de Corrida, Miguel Oliveira fez uma partida cautelosa da segunda posição da grelha para passar sem problemas pelas complicadas primeiras curvas do circuito gaulês na quinta posição. Inserido no grupo da frente, o jovem da Mahindra Racing manteve-se sempre muito atento aos rivais e foi em busca das oportunidades de ultrapassagem para subir na classificação e manter-se com os líderes.
 
Contudo, ao cabo de cinco voltas o piloto de Almada viu-se traído pelas condições traiçoeiras da pista e acabou por perder o controlo da MGP3O na Curva 2 ao tocar na zona húmida do asfalto após ter sido ultrapassado por Alex Márquez, com quem levava a cabo animado despique.
 
Saio de Le Mans com um sentimento misto. Insatisfeito por não terminar a corrida como queria e satisfeito por sentir que demos um passo em frente na evolução da moto,” adiantou o português. “Fiz o que tinha de fazer, e estava a levar a cabo uma corrida isenta de erros, mas a Curva 2 estava bastante fria e foi crucial para perder a frente.”
 
A equipa, obviamente, não está satisfeita com o resultado do fim-de-semana, primeiro pela lesão do meu companheiro de equipa Efren Vasquez e depois porque não merecia terminar a jornada com uma queda. O meu pensamento já está na próxima corrida em Mugello, onde a equipa tem novas ideias para colocar em prática.”
 

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domingo, 31 de maio de 2026

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