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Comunicado de Imprensa - Ocean Racing Technology sobre notícia do Jornal Público

Na sequência da notícia publicada hoje pelo Jornal Público intitulada: "O Piloto Tiago Monteiro reclama 6 milhões de Euros que o Estado lhe prometeu", vimos por este meio esclarecer os seguintes pontos:
 
Este processo não foi um Patrocínio ao Piloto Tiago Monteiro, foi um projeto empresarial que culminou com a criação da Empresa OCEANATIONAL MOTOR S.A., em que Tiago Monteiro como empresário é um dos sócios. Este projeto sempre foi pensado como um projeto nacional, refletido até na sua imagem corporativa, através do nome e das ondas que graficamente caracterizam os Oceanos, onde historicamente os Portugueses tiveram sucesso.
 
Quando recebemos o convite dos Senhores Bernie Ecclestone e Bruno Michel, para adquirir uma equipa de GP2, demos imediatamente conhecimento ao Estado Português de todo o projeto. Informámos que tínhamos condições para garantir o financiamento inicial necessário inerente à compra da equipa, e que só avançaríamos se o estado Português entende-se que este projeto tinha interesse para o País e o apoiasse. Como tal, nos seus primeiros três anos de existência, por forma a que a equipa se tornasse competitiva e financeiramente viável.

No que foi transmitido à OCEAN nas varias reuniões e troca de correspondência, o Estado Português decidiu apoiar o projeto desde a sua nascença pela sua importância e relevância, por entender que era sólido e credível, por ser uma empresa com vocação fortemente exportadora, porque seria gerido por pessoas que detinham o conhecimento necessário para o implementar e desenvolver, porque proporcionava ao país e às empresas portuguesas uma ferramenta importante de promoção a nível mundial e porque seria a primeira vez que Portugal teria a hipótese de estar representado por uma equipa portuguesa a operar no Campeonato GP2, que se desenrola juntamente com a F1, num sector que está largamente conotado com as mais modernas e sofisticadas tecnologias, e com a associação ao sucesso e ao topo do automobilismo mundial.
 
A partir desse momento, a decisão e a forma de o Estado apoiar a criação da OCEANATIONAL MOTOR S.A., foi tomada pela SEJD, tendo assumido o compromisso, que foi condição vital e decisiva para a OCEAN avançar e implementar o seu projeto. A OCEAN fez todos os investimentos a que se comprometeu e cumpriu com todas as suas obrigações contratuais, que foram desde a primeira hora determinadas pelo Estado, resultantes da sua condução e liderança de todo o processo.
 
Obviamente que a OCEAN tem sido muito penalizada a diversos níveis pelo não cumprimento dos pagamentos que já deveria ter recebido pelas obrigações que cumpriu, o que tem criado forte pressão sobre a tesouraria da empresa, dificultando o seu normal e merecido funcionamento .
 
A OCEAN já foi obrigada a tomar decisões de gestão altamente penalizadoras para a empresa em termos imediatos e de longo prazo, comprometendo e adiando o seu desenvolvimento devido ao desequilíbrio financeiro em que se encontra consequência deste prolongado incumprimento. A OCEAN espera que tudo se possa resolver em tempo útil por forma a que ativos significativos para a empresa e para o país não se percam definitivamente.
 
Entendemos que vivemos num Estado de Direito, e continuamos a acreditar que o Estado é uma pessoa de Bem, que cumpre os seus compromissos com quem os assume, seja um cidadão, uma empresa ou com a Troika.

O Estado encontra-se na posse de todos os elementos que lhe permitem tomar a decisão no sentido de assegurar o cumprimento das referidas obrigações que assumiu no âmbito do projeto OCEAN.

Com os melhores cumprimentos,
A Administração.
 

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terça-feira, 21 de abril de 2026

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